Vergonha e Culpa

Vergonha e Culpa

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GIMINIANO PEDROZO DE OLIVEIRA
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Vergonha  e Culpa

  • Vergonha e Culpa são sentimentos relacionados às questões da moralidade, regras, valores sociais e à ética. Ambas possuem pontos em comum, embora o modo de funcionamento de cada uma delas apresente diferenças importantes. A vergonha envolve a consciência de uma falha na imagem da pessoa consigo mesma, enquanto a culpa é resultado de um mal causado ao outro, na imaginação ou na realidade.

  • Os dois conceitos se relacionam com os conceitos psicanalíticos de narcisismo, Ideal de Ego e Superego.

  •  A VERGONHA

  • A vergonha, nossa companheira, representante de aspectos do universo emocional  humano mais dolorosos, caminha por diferentes roupagens das dimensões do EU.

  •  Falamos do sofrimento que envolve sentimentos de humilhação, desonra, rebaixamento, sentimento de inferioridade, indignidade, desconforto, remorso, pudor, desgosto... quando sentimos vergonha.

  • De onde ela vem, a vergonha? 

  • A vergonha é uma ferida narcísica, a dor de perceber-se exposto a algo que não deveria transparecer.  É um sentimento social que surge frente ao olhar do outro a partir do momento do desenvolvimento humano em que a criança é capaz de perceber-se como um ser diferenciado do outro.

  • A CULPA

  • Assim como a vergonha, a culpa funciona como um dos reguladores do comportamento humano; é uma emoção internalizada de acordo com os valores que cada grupo (família, sociedade, religião...) preconiza como padrões de conduta e leis a serem obedecidos.

  • Ruth Benedict (O Crisântemo e a Espada) diferencia entre aquelas culturas que se orientam pela culpa e as que enfatizam a vergonha.  As primeiras, como as ocidentais, são sociedades individualistas, em que o sujeito internaliza as leis para não se sentir culpado: a culpa é de ordem privativa, não requer o olhar do outro para ser sentida. Essas culturas enfatizam a convicção do pecado. Já as culturas da vergonha são tradicionalistas, onde os códigos de honra ditam as medidas morais, como nas sociedades orientais.


  • Referências

  • BILENKY, M. K. O que fazer?  (2016) Ed. Blucher                                             

  • FREUD, S. Três Ensaios Sobre a Teoria da Sexualidade 1905). (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v. 7.

  •  Leonardo da Vinci e uma Lembrança de sua infância (1910). ((Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v. 11

  •  Sobre o Narcisismo: Uma Introdução. (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1996. V. 9.

  • O Ego e o Id. (1923). (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1996.v. 19.

  • - Esboço de Psicanálise (1938). (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v. 23.

  • KLEIN, M. Uma contribuição à psicogênese dos estados maníaco - depressivos (1935) in: Amor, Culpa e Reparação  – cap. 17 -  Ed. Imago

  • KLEIN, M. O luto e suas relações com os estados maníaco- depressivos ( 1940)  in: Amor, Culpa e Reparação  – cap. 20 - Ed. Imago

  • KLEIN, M. Notas sobre alguns mecanismos esquizóides (1946)  in: Inveja e Gratidão – cap. 1 – Ed. Imago

  • LA TAILLE, Y. Vergonha, a ferida moral (2002). Ed. Vozes

  • WINNICOTT, D. W. O Brincar e a Realidade (1975 Rio de Janeiro – Ed. Imago.

  • WINNICOTT, D. W. O Ambiente e os Processos de Maturação (1983) Ed. Artmed                                                                                                                                                                                                                                                            

Psicólogos.

Elza Magnoler
"Psicóloga CRP 06/1606. Psicanalista Membro Associado da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP). "


Psicóloga Clínica. CRP 06/1606 Psicanalista Membro Associado da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP).  Formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC). Ex-docente da Universidade do Sagrado Coração (USC Bauru), da Universidade Estadual Paulista (UNESP Bauru), da Universidade de São Paulo (USP Bauru). Professora e Orientadora do Curso de Especialização em Psicoterapia Psicanalítica da Universidade Eurípides da Rocha, em parceria com o Núcleo de Psicanálise de Marília e Região. Docente do Núcleo de Psicanálise de Araçatuba (NEPA). Fundadora, Diretora e Docente do Instituto de Estudos Psicanalíticos de Bauru e da Livraria do Psicanalista.

Confira algumas dúvidas mais comuns sobre a emissão e validade do certificado: 

- Meu certificado emitido através deste site tem validação do MEC? 

Os cursos autorizados pelo MEC são de Graduação e Pós-Graduação e as Secretárias Estaduais de Edução autorizam cursos técnicos profissionalizantes e do ensino médio. Cursos online são classificados, por lei, como cursos livres de atualização ou qualificação, ou seja, não se qualifica como graduação, pós-graduação ou técnico profissionalizante. 

Os Cursos Livres, passaram a integrar a Educação Profissional, como Nível Básico após a Lei nº 9.394 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Essa é uma modalidade de educação não-formal com duração variável, a fim de proporcionar conhecimentos que permitam atualizar-se para o trabalho, sem exigências de escolaridade anterior. 

Educação é um direito de todos e é um incentivo a sociedade, previsto por lei na Constituição Federal. É com essa base que trabalhamos, incentivando a educação. Os cursos livres e os certificados tem validade para fins curriculares e certificações de atualização ou aperfeiçoamento, não sendo válido como técnico, graduação ou pós-graduação. 

- Meu certificado é aceito pelo CREA, CRC e CRM? 

Conforme citado acima, nossos cursos são de nível básico e livre, ou seja, servem para atualização e qualificação. Todos esses órgãos são de nível superior.

(Fontes: Secretaria de Educação de São Paulo e ABED)

Conteúdo Programático

  • 1. Vergonha e Culpa
  • Vergonha e culpa
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