As 4 Regras Técnicas legadas por Freud

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"Muito bom esse curso, porque os conteúdos foram transmitidos de uma forma elucidativa e didática. Agradeço pela aprendizagem de alguns pontos que para mim não estavam totalmente claros na regra da abstinência por exemplo, para que o analista não seja tão radical nem fóbico e nem desumano, mas que também busque sempre preservar a relação analítica. Da regra da neutralidade na perspectiva da diferença, se aceitar e ao outro como ele é . E por fim, da atenção flutuante, em meus estudos anteriores ainda não tinha compreendido de maneira tão clara a contrapartida dessa atenção em relação à associação livre, bem como da contratransferência, do analista se observar também. Valeu!"
Maria Emérita Jaqueira Fernandes
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As 4 regras técnicas legadas por Freud

Regra fundamental (associação livre)

Regra da abstinência

Regra da atenção flutuante

Regra da neutralidade

Bibliografia:

Uma re-visão das “regras técnicas” recomendadas por Freud. In: Manual de Técnica Psicanalítica. David Zimerman. Artmed, 2004.

  •  Freud nos deixou contribuições muito importantes sobre o manejo clínico. Entre essas contribuições estão as famosas “regras técnicas”.

  • As regras técnicas legadas por Freud ainda são válidas hoje em dia?


  • Regra Fundamental

  • Também conhecida como Associação Livre. Por  que Freud a achava tão importante?

  • Os limites e problemas da Hipnose.

  • A descoberta da regra fundamental a partir da Hipnose.

    A descoberta da resistência e sua relação com a associação livre.

    A regra fundamental deve ser informada ao paciente?

  • A relação entre a regra fundamental e o mecanismo de deslocamento.

  • Outras formas de se coletar material além da associação livre.

  • A utilização da associação livre como defesa.

  • A associação livre e o silêncio.

  • O que mudou nos dias atuais sobre a regra fundamental?

Regra da Atenção Flutuante

  • A atenção flutuante como ontrapartida da associação livre.

  • A relação da atenção flutuante com o conceito de inconsciente.

A regra da Abstinência

  • Essa regra está ligada ao nível de envolvimento que o analista tem com o paciente.

  • Por que Freud criou essa regra?

  • A importância de se valorizar o vínculo analítico.

    O perigo de se tornar um analista frio e até sádico, caso essa regra seja seguida de forma exagerada.

  • A diferença entre preservar o vínculo e ser uma analista fóbico.

    O analista pode responder a algumas perguntas pessoais feitas pelo paciente?

  • O analista deve contratar serviços profissionais do paciente?

  • Exemplos de atitudes fóbicas e de atitudes muito permissivas por parte do analista.

    O que mudou no que diz respeito à abstinência?

A regra da Neutralidade

  • Em suas recomendações aos psicanalistas que exercem a psicanálise, Freud diz que “o psicanalista deve ser opaco aos seus pacientes e, como um espelho, não lhes mostrar nada, exceto o que lhe é mostrado”.

  • A neutralidade diz respeito à imparcialidade, ou seja, o analista deve aceitar seu paciente pelo que ele é.

  • Mas isso não significa ser indiferente.

  • Esse conceito deve ser entendido no que diz respeito aos desejos de analista, suas crenças e opiniões pessoais.

  • Não cabe ao analista preferir este ou aquele caminho para seu paciente. Seu papel é incentivar seu paciente a ir atrás de seus sonhos (do paciente). 

  • A mais alta moralidade é a aceitação do outro como alguém diferente. Os valores do paciente e suas opiniões devem ser respeitados.

  • O analista não toma partido. Ele está do lado da verdade.

  • É possível ser 100% neutro? 

  • O perigo de se levar a neutralidade a um extremo prejudicial.

Psicólogos

Guilherme Magnoler Guedes de Azevedo
"Contato para Supervisão e Atendimento OnLine: 14-9.9772.3707"

   

Guilherme Magnoler Guedes de Azevedo CRP 06/70116 Psicólogo. Psicanalista Membro Filiado da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo SBPSP. Mestre em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem pela UNESP Bauru. Fundador e docente do Instituto de Estudos Psicanalíticos de Bauru. Fundador da Livraria do Psicanalista. Curador do Projeto de Ensino a Distância da Livraria do Psicanalista. Autor do Livro “Vínculo mãe-bebê e conflitos edípicos em crianças com Psoríase – um estudo de Psicossomática Psicanalítica, publicado pela Editora Zagodoni. Coordenador do Curso de Formação em Psicoterapia Psicanalítica do Instituto de Estudos Psicanalíticos de Bauru.


Confira algumas dúvidas mais comuns sobre a emissão e validade do certificado: 

- Meu certificado emitido através deste site tem validação do MEC? 

Os cursos autorizados pelo MEC são de Graduação e Pós-Graduação e as Secretárias Estaduais de Edução autorizam cursos técnicos profissionalizantes e do ensino médio. Cursos online são classificados, por lei, como cursos livres de atualização ou qualificação, ou seja, não se qualifica como graduação, pós-graduação ou técnico profissionalizante. 

Os Cursos Livres, passaram a integrar a Educação Profissional, como Nível Básico após a Lei nº 9.394 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Essa é uma modalidade de educação não-formal com duração variável, a fim de proporcionar conhecimentos que permitam atualizar-se para o trabalho, sem exigências de escolaridade anterior. 

Educação é um direito de todos e é um incentivo a sociedade, previsto por lei na Constituição Federal. É com essa base que trabalhamos, incentivando a educação. Os cursos livres e os certificados tem validade para fins curriculares e certificações de atualização ou aperfeiçoamento, não sendo válido como técnico, graduação ou pós-graduação. 

- Meu certificado é aceito pelo CREA, CRC e CRM? 

Conforme citado acima, nossos cursos são de nível básico e livre, ou seja, servem para atualização e qualificação. Todos esses órgãos são de nível superior.

(Fontes: Secretaria de Educação de São Paulo e ABED)

Conteúdo Programático

  • 1. Introdução
  • 2. Associação Livre - a regra fundamental
  • 3. A regra da atenção flutuante
  • 4. A regra da abstinência
  • 5. A regra da neutralidade
  • As regras técnicas legadas por Freud
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