O Silêncio nas consultas II. A visão de winnicott.

O Silêncio nas consultas II. A visão de winnicott.

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"A aula foi muito boa, embora tenha encontrado um pouco de dificuldade por se tratar de um tempo pouco estudado por mim. Percebo que foi abordada uma visão da psicanalise contemporânea, o que acho muito valido. Fica a dica para que venham mais aulas, onde sejam abordados mais sobre os trabalhos de psicanalistas contemporâneos."
Camila Monteiro
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O silêncio na Psicanálise II - A visãode Winnicott

Aula em vídeo de 2h34m. Acompanha roteiro de aula para ser baixado em formado Word.

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Programação

Tema: O silêncio na Psicanálise. O silêncio do paciente e o do analista. Os vários sentidos do silêncio na psicoterapia. O problema dos pacientes quietos e o silêncio como comunicação. O analista que fala muito e o que fala pouco. Os excessos de comunicação e os conluios verbais dentro da análise. O silêncio, o isolamento e suas relações com a angústia de separação.

O silêncio como resistência.

O silêncio como trabalho de elaboração.

O silêncio pela ausência de sentido.

O silêncio pelo vazio, como comunicação primitiva de conteúdos não-simbolizados.

Mas como discriminá-los? Como escutar analiticamente o silêncio?

Essa aula, baseada especialmente nos estudos de Winnicott acerca da comunicação no setting analítico, visa oferecer um vértice de compreensão para o fenômeno do silêncio na clínica psicanalítica.

Winnicott, amplifica a perspectiva comum de se considerar o silêncio como resistência ao estudar os aspectos diversificados da comunicação humana a partir das relações mãe-bebê, e nos propõe compreender o silêncio sob o vértice das relações objetais e da aquisição ou não do que ele chamou de “capacidade de estar só”

O Silêncio como um fenômeno que expressa algo da condição interna do sujeito na sessão.

O silêncio e a qualidade dos relacionamentos objetais.

Escutar o silêncio.

O silêncio no sofrimento neurótico

Compreendo que em cada uma dessas modalidades de sofrimento, o silêncio pode ter um significado singular. E tal compreensão pode nortear o caminho mais adequado a se seguir em termos de intervenção.

COMUNICAÇÃO E SILÊNCIO - AS CONTRIBUIÇÕES DE WINNICOTT:

  1. A normalidade do silêncio.
  2. Formas de comunicação.
  3. Relações de objeto subjetivas e objetivas.
  4. A capacidade de ficar só,.
  5. O núcleo do eu.
  6. Assim, quando tudo corre bem, e o desenvolvimento da criança transcorre sem grandes incidentes, a integração psíquica se consolida, a criança segue seu trajeto “de Narciso a Édipo” suficientemente protegida, e a capacidade para estar só se estabelece como resultado de um bom provimento ambiental. Se esse processo, contudo, é excessivamente permeado de turbulências, experiências traumáticas começam a desorganizar o psiquismo da criança e, em reação a essas experiências intrusivas, defesas como o split (cisão) e a dissociação começam a surgir para proteger o ego imaturo de ameaças insuportáveis.
  7. Esses processos defensivos acionados precocemente vão afetar as relações objetais do sujeito, e consequentemente, sua forma de comunicação nas relações interpessoais.


Não-comunicação simples 

 Não-comunicação ativa

Comunicações verdadeiras

Silêncio tenso (sinal de fracasso na comunicação) ≠ silêncio como não-comunicação positiva (“não estou me comunicando”, ou sinal de uma capacidade para estar só).

Conluios verbais 

Silêncio do retraimento esquizoide.

Retraimento e Regressão (1954) :


SOBRE O SILÊNCIO DO ANALISTA:


Referências Bibliográficas:

 (1) Comunicação e falta de comunicação levando ao estudo de certos opostos (Winnicott, 1963 – In:  O Ambiente e os processos de Maturação)

(2) A Capacidade para estar só (Winnicott, 1963 – O Ambiente e os processos de Maturação)

(3) Barulho. Silêncio. Trabalhando com os ecos da pulsão de morte. (Minerbo, 2016 – Revista Brasileira de Psicanálise – Vol 50)

(4) Comunicação e Silêncio: o problema dos paciente esquizoides (Mello Filho, 2001/2011 – O Ser e o Viver – Uma visão da obra de Winnicott)

(5) Sonhar, Fantasiar, Viver (Winnicott, 1971 – O Brincar e a Realidade)

(6) Retraimento e Regressão (Winnicott, 1954 – Da Pediatria à Psicanálise)

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Psicólogos e estudantes de graduação.

Mariana Vieira Ligo
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Psicóloga Clínica. Formada pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP – Bauru). Especializada em Psicoterapia Psicanalítica pela Universidade de São Paulo (USP – São Paulo). Docente do Instituto de Estudos Psicanalíticos de Bauru e  da Faculdade Anhanguera de Bauru.

Endereço Profissional:

Rua José Ferreira Marques, 11-67

Vila Universitária

Bauru SP

Telefone: 14-3223.4725

email:marianaligo@gmail.com

Confira algumas dúvidas mais comuns sobre a emissão e validade do certificado: 

- Meu certificado emitido através deste site tem validação do MEC? 

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Educação é um direito de todos e é um incentivo a sociedade, previsto por lei na Constituição Federal. É com essa base que trabalhamos, incentivando a educação. Os cursos livres e os certificados tem validade para fins curriculares e certificações de atualização ou aperfeiçoamento, não sendo válido como técnico, graduação ou pós-graduação. 

- Meu certificado é aceito pelo CREA, CRC e CRM? 

Conforme citado acima, nossos cursos são de nível básico e livre, ou seja, servem para atualização e qualificação. Todos esses órgãos são de nível superior.

(Fontes: Secretaria de Educação de São Paulo e ABED)

Conteúdo Programático

  • 1. O Silêncio nas Consultas II
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