Interpretação - algumas considerações

Interpretação - algumas considerações

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"muito bom!!! exemplos muito esclarecedores. Gostei muito."
MARIA JOSE CASSOLI RAMOS
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Interpretação - Algumas considerações

  • A primazia do inconsciente e a busca por sua compreensão.

    A escuta psicanalítica.

  • A diferença entre informação e interpretação.

    A interpretação como uma informação sobre o paciente.

    A finalidade da interpretação.

  • A forma indicada para se interpretar.

  • Sobre a pertinência da interpretação e o momento oportuno de se interpretar.

    A relação entre interpretação e insight.

  • A interpretação como um segundo sentido.

  • A interpretação como uma hipótese (sempre).

  • Interpretação histórica.

  • Interpretação atual.

  • Interpretação transferencial.

  • Interpretação completa.

    A importância da reflexão e da análise da contratransferência antes de interpretar.

  • O analista deve interpretar muito ou pouco?

  • Sobre os desejos do analista e sua ânsia por compreensão.

  • Os perigos de se dar uma interpretação precipitada.

  • A importância de o analista ser capaz de suportar não saber o que está acontecendo, ou, sobre a capacidade negativa (Bion).

  • A atenção flutuante.

  • A interpretação transferencial como objetivo final de qualquer análise.

  • A importância da forma, além do conteúdo da interpretação.

  • A importância da humildade e humanidade do analista.

    O que nos indica o fato de o paciente não entender uma interpretação?

  • Por que alguns analistas utilizam formas místicas e confusas de interpretar?

  • Sobre os pacientes que concordam com todas interpretações.

  • E sobre aqueles que rejeitam todas.

  • O que fazer quando o paciente nos "rouba" uma interpretação, ou seja, refeita-a em um momento e depois a apresenta como se fosse dele.

  • O analista não deve ser estereotipado, como por exemplo:

    • i. Professoral.

    • ii. Bonzinho e super cuidadoso.

    • iii. Metafórico em excesso.

    • iv. Exagerado.

    • v. Sempre buscando contrapontos.

    • vi. Artístico, sempre buscando frases de efeito no final da sessão.

    • vii. Debochado.

    • viii. Infantil.

    • ix. Imitador, para ganhar a confiança do paciente.

  • Por que não adianta, e é inclusive ruim, preparar uma consulta?

  • O analista  deve dar explicações teóricas a seus pacientes?

  • O que mais faz um analsita além de interpretar?

  • Exemplos clínicos.

  • Bibliografia

  • Fundamentos da técnica psicanalítica - R. Horacio Etchegoyuen Editora: Artmed.

  • Manual de técnica psicanalítica – David Zimerman. Editora Artmed.

Psicólogos.

Guilherme Magnoler Guedes de Azevedo
"Contato para Supervisão e Atendimento OnLine: 14-9.9772.3707"

   

Guilherme Magnoler Guedes de Azevedo CRP 06/70116 Psicólogo. Psicanalista Membro Filiado da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo SBPSP. Mestre em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem pela UNESP Bauru. Fundador e docente do Instituto de Estudos Psicanalíticos de Bauru. Fundador da Livraria do Psicanalista. Curador do Projeto de Ensino a Distância da Livraria do Psicanalista. Autor do Livro “Vínculo mãe-bebê e conflitos edípicos em crianças com Psoríase – um estudo de Psicossomática Psicanalítica, publicado pela Editora Zagodoni. Coordenador do Curso de Formação em Psicoterapia Psicanalítica do Instituto de Estudos Psicanalíticos de Bauru.


Confira algumas dúvidas mais comuns sobre a emissão e validade do certificado: 

- Meu certificado emitido através deste site tem validação do MEC? 

Os cursos autorizados pelo MEC são de Graduação e Pós-Graduação e as Secretárias Estaduais de Edução autorizam cursos técnicos profissionalizantes e do ensino médio. Cursos online são classificados, por lei, como cursos livres de atualização ou qualificação, ou seja, não se qualifica como graduação, pós-graduação ou técnico profissionalizante. 

Os Cursos Livres, passaram a integrar a Educação Profissional, como Nível Básico após a Lei nº 9.394 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Essa é uma modalidade de educação não-formal com duração variável, a fim de proporcionar conhecimentos que permitam atualizar-se para o trabalho, sem exigências de escolaridade anterior. 

Educação é um direito de todos e é um incentivo a sociedade, previsto por lei na Constituição Federal. É com essa base que trabalhamos, incentivando a educação. Os cursos livres e os certificados tem validade para fins curriculares e certificações de atualização ou aperfeiçoamento, não sendo válido como técnico, graduação ou pós-graduação. 

- Meu certificado é aceito pelo CREA, CRC e CRM? 

Conforme citado acima, nossos cursos são de nível básico e livre, ou seja, servem para atualização e qualificação. Todos esses órgãos são de nível superior.

(Fontes: Secretaria de Educação de São Paulo e ABED)

Conteúdo Programático

  • 1. A escuta psicanalítica
  • 1. Interpretação - Algumas considerações
  • 1. Exemplos clínicos
  • Interpretação - algumas considerações
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